Apagão na JUCESP: Lauro Nunes Denuncia “Vácuo de Gestão” e Propõe Federalização das Juntas

  • 14/01/2026
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Apagão na JUCESP: Lauro Nunes Denuncia “Vácuo de Gestão” e Propõe Federalização das Juntas

O início de 2026 trouxe um alerta vermelho para o ambiente de negócios no Brasil. Enquanto o cenário geopolítico exige agilidade e proteção de ativos, a Junta Comercial do Estado de São Paulo (JUCESP) demonstra uma paralisia que trava o desenvolvimento nacional. A denúncia parte de Lauro Nunes, jornalista e empresário de inteligência e segurança privada, que lidera um influente grupo de empresários em todo o território nacional.

A Ineficiência do Modelo Atual

Lauro Nunes, que possui formação técnica em Gestão de Segurança Pública, Empresário de Investigação e Inteligência Privada, analisa o problema sob a ótica da eficiência administrativa. Documentos vitais protocolados digitalmente no dia 30 de dezembro de 2025 permanecem sem resposta em 6 de janeiro. “Como gestor de segurança, vejo um sistema vulnerável e sem redundância. O empresário é hoje refém de um ‘apagão’ burocrático que ignora a continuidade do serviço público”, afirma Nunes.

O gargalo se estende ao atendimento físico e telefônico. Horas de espera culminam em respostas de equipes sem preparo técnico para lidar com a complexidade de grandes grupos econômicos e S/As. Para Nunes, a falta de inteligência operacional no atendimento é o que mais prejudica a fluidez dos negócios.

A Proposta Estratégica: Federalização com Sucursais de Elite

Diante do colapso, o jornalista e empresário leva à FENACON e às autoridades competentes uma proposta de reforma estrutural: a Federalização Total das Juntas Comerciais.

A tese de Lauro Nunes baseia-se em três pilares de gestão:

  1. Coração Digital em Brasília: O registro público de empresas deve ser centralizado em um órgão federal único na capital federal, operando 24/7, sem interrupções por feriados ou recessos estaduais.
  2. Sucursais de Atendimento Robusto: As Juntas Estaduais passariam a ser sucursais focadas na excelência do atendimento físico e telefônico. “Imaginamos centrais telefônicas robustas em cada estado que funcionem em rede. Se São Paulo para, Brasília ou o Espírito Santo assume o atendimento. O cidadão não pode ficar no vácuo”, explica o gestor.
  3. Análise Descentralizada: Com o fim do papel, um processo de São Paulo poderia ser analisado por um vogal disponível em qualquer região do país, garantindo que o fluxo nunca trave.

Lauro Nunes utiliza sua expertise em investigação e segurança para cobrar do Estado brasileiro uma infraestrutura que esteja à altura dos desafios de 2026. A mensagem é clara: o Brasil não pode ser refém de feudos burocráticos. A economia exige uma Junta Comercial que funcione na velocidade da fibra ótica e com a competência da inteligência privada.

“A História se Repete: Da Luta pelo Registro à Federalização Digital” “Assim como a FENACON enfrentou anos de batalhas burocráticas para consolidar seu registro e representatividade na década de 90, o jornalista e empresário Lauro Nunes acredita que 2026 é o ano de romper as correntes das Juntas Estaduais. ‘Se no passado lutamos para existir, hoje lutamos para que o sistema não trave quem já existe e produz’, afirma Nunes.”
Por: Jaqueline Lopes
Chefe de Redação

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